Making Of - Curso Abril 2011 from Curso Abril de Jornalismo on Vimeo.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
sábado, 29 de outubro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Bolsa de Estudos na Espanha
Estão abertas as inscrições para a seleção do Programa Balboa para Jovens Jornalistas Ibero-americanos.
A duração do programa é de 6 meses, entre fevereiro e julho de 2012. São 200 horas de aulas, divididas em sessões intensivas de um dia por semana, e 896 horas de trabalho em um meio de comunicação, empresa ou instituição pública ou privada em Madri. Os custos de passagem e seguro-médico são cobertos pelo Programa, e uma bolsa mensal é oferecida aos participantes.Os candidatos devem ser graduados em jornalismo, ter menos de 32 anos até a data da viagem e um alto nível de espanhol (comprovado com um certificado do Instituto Cervantes ou similar). Para a edição 2012, o programa conta com 20 bolsas. As inscrições acontecem até o fim de junho e devem ser feitas aqui.
Dia do Orgulho Nerd
Os nerds não mudaram. O que mudou foi a sociedade. Depois que os esquisitos do colégio se tornaram os homens mais ricos do mundo, ser nerd virou uma escolha, e não uma imposição. “Quando eu estava no colégio, o grupo de nerds era formado por pessoas que haviam sido excluídas de outros grupos. Hoje, as crianças optam por ser nerds”, conta Benjamin Nugent, autor do livro “American Nerd: The Story of my People” ("Nerd Americano: A História do Meu Povo", ainda sem publicação em português), em entrevista ao G1.
O Dia do Orgulho Nerd foi criado em 2006 para celebrar essa transformação. A data escolhida foi 25 de maio em referência à estreia do primeiro filme da série Guerra nas Estrelas, em 1977, um dos ícones do movimento. “Nerd é uma identidade subcultural que os jovens escolhem em uma prateleira onde também estão os hippies, punks e skatistas”, completa Nugent.
“O nerd não mudou. Ele continua sendo aquele cara completamente ligado e entendido sobre certos assuntos, como tecnologia e quadrinhos. O que mudou foi a cultural atual, que valoriza isso. Os nerds querem ser nerds e as pessoas querem ter nerds por perto”, explica a especialista em comunicação e cultura Lia Amancio.
Para Nugent, a maior aceitação dos nerds pela sociedade os tornou mais sociáveis. Hoje, eles se sentem mais confortáveis ao serem chamados de nerds, especialmente as meninas. “No momento em que há mais meninas no grupo, isso muda tudo para melhor. Quando eu tinha 14 anos, havia apenas uma menina que saía com a gente. Uma”, conta Nugent.
“É notável o quanto os nerds permanecem os mesmos. O livro ‘Tom Brown's School Days’, escrito em 1857, mostra nerds construindo máquinas em seus quartos e sendo oprimidos por fazerem isso” explica Nugent, citando a obra publicada há mais de 150 anos. “Naquela época, eles não eram chamados de nerds, mas já existiam.”
O termo “nerd” foi citado pela primeira vez no livro “If I Ran the Zoo” (“Se eu Cuidasse do Zoológico”), em 1950, para descrever um bichinho desengonçado, e se tornou popular nos Estados Unidos no início da década de 60.
Efeito GatesOs especialistas responsabilizam um dos homens mais rico do mundo pelo prestígio conferido aos nerds hoje. “Parte do que trouxe os nerds para o mainstream cultural foi o fato de o Bill Gates fazer parte do grupo”, diz Nugent. “Os nerds de ontem deram a volta por cima em termos de reputação: você batia em mim na escola e olha onde eu estou agora”, complementa Lia. Filmes e séries de Hollywood ajudaram a transformar a opinião sobre os nerds. “Os retratos dos nerds se tornaram mais simpáticos nos filmes”, diz Nugent.
O nerd de apenas 15 anos Daniel Barradas tem como ídolo, além de Bill Gates, o personagem Leonard, da série “The Big Bag Theory”. O programa, exibido no Brasil pelo Warner Channel, conta a história de quatro físicos superinteligentes viciados em quadrinhos e videogames.
Barradas, que ganhou o primeiro computador aos 5 anos, vai prestar o vestibular do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), quer ser físico na área espacial e tem como matérias prediletas matemática e física. Para completar, ele conquistou a medalha de menção honrosa na Olimpíada Brasileira de Física em 2010, escreveu um livro publicado quando ele tinha 11 anos e está produzindo o próximo.
“Acho que ainda existe muito preconceito. Quando eu tiro uma nota boa ou ganho um prêmio, os outros alunos me olham de um jeito estranho. Mas isso tem mudado”. Barradas conta que o número de alunos aderindo ao grupo dos nerds da turma está aumentando. Em 2010, eles eram três. Hoje, o grupo é formado por sete estudantes em um total de 50.
“Ainda que seja um grupo pequeno, as pessoas estão tentando entender essa cultura. Eu não tenho do que me envergonhar. Pelo contrário. Ser nerd é bom porque eles são mais inteligentes e têm mais chances de conseguir emprego”, defende o estudante do 1º ano do Ensino Médio que começou a se interessar pela cultura nerd quando ganhou um lego do Guerra nas Estrelas.
AbrangentePara ser considerado nerd, Barradas acredita que a pessoa deve gostar dos assuntos que faziam parte da origem do termo, como os quadrinhos e tecnologia. Já Lia acha que o termo se tornou mais abrangente. “É difícil identificar um nerd pelo jeito dele se vestir. Quem não faz parte do grupo chama tudo de nerd. As fronteiras ficaram mais tênues”, explica.
Para tirar a prova sobre o que realmente mudou, basta comparar o ícone dos nerds de 1980 e de 2011: Bill Gates e Mark Zuckerberg, respectivamente. “A maior diferença entre Gates e Zuckerberg é que o fundador do Facebook era excepcionalmente jovem quando começou a ter influência. Ele é exposto para o público por meio das tecnologias que os nerds ajudaram a construir. Podemos invadir a privacidade de Zuckerberg pelas redes sociais”, diz Nugent.
No entanto, o fato de a tecnologia ter se popularizado não transformou o nerd, segundo Lia. “Usar a internet com frequência não faz de ninguém um nerd. O cara vai continuar sendo nerd independente da tecnologia. O que pode ter acontecido é que todo mundo hoje tem computador e Twitter. Por isso, o nerd está sendo mais aceito”, opina.
Sobre o futuro, Nugent liga o movimento nerd ao do hip hop para prever que mais adeptos irão se juntar ao grupo. “Tem muitas coisas sobre os artistas do hip hop como Tyler, The Creator, e outros integrantes do grupo Odd Future que me deixam intrigado. Eu acho que eles mostraram que é possível ganhar um grande número de seguidores usando tecnologias sociais de maneira inteligente e falando sobre alienação social”, conclui.
FONTE: SITE G1.
terça-feira, 5 de abril de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
QUAL O CARDÁPIO DE HOJE???
Cardápio ideal de combate ao câncer
No dia 4 de fevereiro foi instituído o Dia Mundial do Câncer. Todo ano no Brasil, aparecem 500.000 novos casos da doença.
Embora ela seja causada por vários fatores, uma alimentação correta seguida de exercícios físicos pode ajudar à evitá-la.
O Instituto do Câncer de São Paulo ( ICESP) fez uma lista de alimentos indicado para uma ação anticancerígena. Confira quais são seus compomentes benéficos e como agem no organismo e qual o consumo diário.
Dicas de alimentação
Tomate
Componentes Benéficos: Liopeno
Efeitos no organismo: Antioxidante/ desacelera a deterioração das células.
Quantidade recomendada: *
Laranja
Componentes Benéficos: Ácido Ascórbio ( vitamina C) carotenoides e limonemos.
Quantidade Recomendada: Até 500 miligramas ao dia ou 2 laranjas.
Efeitos no organismo: Antioxidade e redutor da toxidade ou substancias mutagênicas ( podem levar ao câncer)
Peixe
Componetes Benéficos: ômega 3
Quantidade Recomendada: " é importante o consumo diário de peixes ou óleos ricos em ômega 3.
Efeitos no Organismo: Antioxidade, e redutor da ploriferação de células retais cancerígênas. Diminui o risco de cancer na laringe.
Macã
Componentes Benéficos: Fibras
Efeitos no organismo: Estimula a síntese bacteriana e o fortalecimento do sistema imunológico e reduz a chance de mutação genética.
Quantidade Recomendada: 20 a 30 gramas de fibras ao dia.
Azeite de Oliva
Componentes Benéficos: Polifenol
Efeito no organismo: Antioxidante
Quantidade Recomendada: Uma colher de chá na salada todo os dia.
Alho
Componentes Benéficos: Alicina
Efeitos no organismo: Reduz Radicais livres e o metabolismo das células cancerosas
Quantidade recomendada: 18 gramas
Frutas Vermelhas
Componentes Benéficos: Flavonóide (antocianina e quercetina) e resveratrol ( casca de uva e vinho)
Efeitos no organismo: Antioxidade, antitumoral e hipolipemiante ( reduz as gorduras triglicerides e colesterol)
Quantidade recomendada: *
Soja
Componentes Benéficos: Isoflavana
Efeitos no organismo: Antioxidante, antitumoral e hipolipemiante ( reduz as gorduras e triglicerides e colesterol)
Quantidade recomenda: 7 fatias grossas de Tofu ao dia por exemplo.
Frutas alaranjadas e amarelas
Componentes Benéficos: Carotinóide
Efeitos no Organismo: Proteje o DNA contra oxigenação
Quantidade: *
Brócolis
Componentes Benéficos: Isoticianato
Efeitos no Organismo: Possui ação atioxidante
Quantidade: *
Tags: alho, antioxidantes, azeite de oliva, brócolis, câncer, carotenoides, flavonoide, frutas vermelhas, maçã, ômega 3, peixe, polifenol, soja, tomate.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Jornalismo discutido e ensinado por quem faz
As aulas do curso


O projeto “Jornalismo para quem precisa”, idealizado pelos jornalistas Leandro Fortes e Olímpio Cruz Neto, coordenadores da Escola Livre de Jornalismo, contará com 19 aulas. Cada aula será tocada por um jornalista profissional. Todos são repórteres experientes com passagens por inúmeros jornais brasileiros. A idéia é oferecer a preços acessíveis uma oportunidade de reciclagem a estudantes de jornalismo e profissionais da imprensa. A primeira aula será em 12 de fevereiro. O curso se estenderá até 16 de julho. As aulas serão sempre ministradas aos sábados, a partir das 9h30, no Rayuela Restaurante Cultural, localizado na 412 Sul, Blocos A e B, Lojas 3 e 37, em Brasília (DF). Abaixo, a grade do curso.
O Curso
12/02 – Pauta jornalística – modo de fazer. Leandro Fortes
19/02 – Caminhos da entrevista jornalística. Leandro Fortes
26/02 – A narrativa e a reportagem. Olímpio Cruz Neto
12/03 – O olhar do repórter. José Rezende Jr.
19/03 – Jornalismo econômico – O Foco no cidadão. José Ramos Filho
26/03 – Opinião e Jornalismo – técnica e prática. Sergio Leo
02/04 – Reportagem multimídia. Severino Motta
09/04 – Reportagem de blog. Erich Decat
30/04 – Radiojornalismo. Kátia Sartorio
07/05 – Telejornalismo. Luciane Bacellar
14/05 – Pesquisa no Google para jornalistas. Cynthia Garda
21/05 – Jornalismo social. Erika Klingl
28/05 – Obituário – Como escrever sobre a morte. Olímpio Cruz Neto
04/06 – Jornalismo nas redes sociais. Cynthia Garda
11/06 – Cobertura militar – Muito além da caserna. José Ramos Filho
18/06 – Jornalismo literário. José Rezende Jr.
02/07 – Jornalismo internacional – refúgio e asilo. Luiz Fernando Godinho
09/07 – Jornalismo cultural. Olímpio Cruz Neto
16/07 – Vida de repórter – glórias e pequenas desgraças. Leandro Fortes
Formato do curso
Período: Aos sábados, de 12 de fevereiro a 16 de julho (19 aulas)
Horário: 9h30 às 11h30
Local: Rayuela Restaurante Cultural (412 Sul – Blocos A e B – Lojas 3 e 37 – Brasília-DF)
Preço por aula (duas horas de duração): R$ 30,00
Período: Aos sábados, de 12 de fevereiro a 16 de julho (19 aulas)
Horário: 9h30 às 11h30
Local: Rayuela Restaurante Cultural (412 Sul – Blocos A e B – Lojas 3 e 37 – Brasília-DF)
Preço por aula (duas horas de duração): R$ 30,00
Pré-inscrição e informações
Falar com Bela Boavista
Telefones: 9678-7005 ou 3222-0702
E-mail: fmbbela@yahoo.com.br
Falar com Bela Boavista
Telefones: 9678-7005 ou 3222-0702
E-mail: fmbbela@yahoo.com.br
Jornalismo para quem precisa
A Escola Livre de Jornalismo inicia, em fevereiro, um curso livre de jornalismo solidário com aulas ministradas, voluntariamente, por jornalistas com vivência de redação e experiência de reportagem, voltado prioritariamente para estudantes de jornalismo e profissionais da área.
A idéia é aproximar bons jornalistas de estudantes de maneira a criar uma rede interativa capaz de ajudar na formação de futuros repórteres. As aulas buscam, além de melhorar a formação, estimular os alunos a entender e gostar de jornalismo por meio do aprendizado, do debate em sala de aula e da convivência com profissionais mais experientes.
O curso não obedecerá a nenhuma doutrina específica, nem adotará nenhum manual, mas pretende ser um contraponto aos cursinhos corporativos de treinee das grandes empresas de mídia, estes focados na cultura da competitividade e do alinhamento automático a interesses específicos de empresas de comunicação – e, ainda assim, privilégio de pouquíssimos no país.
A Escola Livre vai oferecer aulas avulsas, a baixo custo, para os alunos, de forma descontinuada. Cada aluno pagará apenas pela aula que quiser assistir, no dia que melhor lhe convier. É uma maneira de viabilizar, de forma democrática e desburocratizada, a atualização e o aprimoramento do conhecimento jornalístico para estudantes que não podem frequentar cursos tradicionais de especialização.
Cada professor terá total autonomia dentro da sala de aula, desde que esteja comprometido em fazer desse projeto um espaço de alegria, satisfação e felicidade para si e para os alunos.
O projeto foi pensado de modo a garantir aulas para os alunos. Em princípio, não haverá palestras nem debates.
A Escola Livre de Jornalismo irá entrar em contato com as coordenações das faculdades de Jornalismo do Distrito Federal para garantir que as aulas presenciadas por estudantes no curso possam ser aproveitadas como horas complementares, expediente exigido na grade curricular dos cursos de Comunicação Social.
A Escola Livre de Jornalismo irá entrar em contato com as coordenações das faculdades de Jornalismo do Distrito Federal para garantir que as aulas presenciadas por estudantes no curso possam ser aproveitadas como horas complementares, expediente exigido na grade curricular dos cursos de Comunicação Social.
Formato do curso
Período: Aos sábados, de 12 de fevereiro a 16 de julho (19 aulas)
Horário: 9h30 às 11h30
Local: Rayuela Restaurante Cultural (412 Sul – Blocos A e B – Lojas 3 e 37 – Brasília-DF)
Preço por aula (duas horas de duração): R$ 30,00
Período: Aos sábados, de 12 de fevereiro a 16 de julho (19 aulas)
Horário: 9h30 às 11h30
Local: Rayuela Restaurante Cultural (412 Sul – Blocos A e B – Lojas 3 e 37 – Brasília-DF)
Preço por aula (duas horas de duração): R$ 30,00
Pré-inscrição e informações
Falar com Bela Boavista
Telefones: 9678-7005 ou 3222-0702
E-mail: fmbbela@yahoo.com.br
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